Roubo e Intrusão a Condomínios Movimenta Mercado de Segurança Privada

Roubo e intrusão a condomínios movimenta mercado de segurança privada

O Brasil encerrou o ano de 2017 contabilizando mais de 1,96 milhão de roubos e furtos, que incluem crimes em estabelecimentos residenciais, comerciais, a instituições financeiras, pedestres ou roubos de carga e veículos, conforme apontam dados mais recentes do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O país ocupava em 2017 o 3º lugar da América Latina em casos de assaltos, detalha o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Apesar de muitos casos de violência não serem reportados às autoridades, estima-se que o número real dos incidentes seja maior do que as pesquisas apontam.

Em São Paulo um dos índices que mais cresceu no primeiro semestre de 2019 foi o de furto, somando um total de 271 mil ocorrências ao longo de seis meses, de acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP). No entanto, a quantidade de furtos e roubos em casas e condomínios chega a mais de 12 mil, por ano, em todo o estado. Mais da metade desses registros ocorreram apenas na capital, totalizando 7.883 ocorrências. De acordo com matéria publicada no G1 , de janeiro a outubro deste ano apenas 60 pessoas foram identificadas ou presas por furtos e roubos em casas e condomínios, conforme dados relatados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Os índices de furtos e roubos no interior de edifícios cresceu em 56% em 2018, em São Paulo, de acordo com dados da SSP. Nesse contexto faz-se importante fazer o investimento em três determinantes fatores que influenciam na segurança do ambiente: desenvolvimento de averiguação sobre as condições das instalações do local através de um Projeto de Segurança feito por especialista; se a equipe está qualificada e treinada para executar as funções relacionadas à portaria e segurança  e se o estabelecimento traz um conjunto consistente de regras aos moradores, através de normas bem escritas e aprovadas em assembleia.

Características dos assaltos a condomínios

Os assaltos estão ficando cada vez mais ousados. As modalidades têm mudado e os infratores têm se adaptado à rotina dos moradores e às novas estratégias. Na maioria dos casos a falha é humana, e não necessariamente tem a ver com a falta de atenção do porteiro, mas sim pela falta de normas bem estabelecidas e cumpridas por todos – empregados, moradores e administradores. Os bandidos são jovens, bem arrumados e educados. A ação muitas vezes é discreta e silenciosa.

Por que roubo em condomínios?

Bandidos atraídos por uma grande concentração de bens que podem ser subtraídos e vendidos com facilidade no mercado informal veem os condomínios como alvos fáceis e repletos de oportunidades.

Dentro dessa realidade é importante que o condomínio tenha normas bem estabelecidas; equipamentos em quantidade adequada, bem instalados e com a devida manutenção; porteiros treinados e equipes terceirizadas que venham de empresas idôneas e preparadas para lidar com este tipo de trabalho. De acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o setor de segurança privada cresceu 74% no Brasil, em dez anos, enquanto uma média de R$ 40 bilhões foi e continua sendo gasto com seguro, equipamentos e vigilância.

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